Son posibles otras educaciones para indígenas dentro del sistema escolar tradicional? Análisis de un caso en el nordeste argentino
Are other forms of education possible for indigenous people within the traditional school system? : case analysis in north eastern Argentina;
São possíveis outras educações para indígenas dentro do sistema escolar tradicional? : análise de caso no nordeste argentino
Fecha
2016Autor
Artieda, Teresa Laura
Barboza, Tatiana Sabrina
Metadatos
Mostrar el registro completo del ítemResumen
El presente artículo presenta un análisis del proceso de demanda de autonomía que adelantan
actualmente organizaciones qom, wichí y moqoit en la provincia del Chaco, nordeste de Argentina.
Estas organizaciones aspiran al manejo de las escuelas del sistema estatal a las que asisten sus miembros
y así ganar libertad para construir sus propias propuestas en educación. El trabajo comienza
con una presentación sucinta del escenario étnico-político para ubicar el presente del proceso en
perspectiva histórica y regional. Posteriormente, presenta la narración de las deliberaciones que
culminaron en la sanción normativa que regula la autonomía buscada, las demandas en las voces
de indígenas participantes, los sentidos de la legislación, divergencias, oposiciones, logros y límites
del proceso. Se pasa a problematizar el campo conflictivo en el cual Estado y pueblos indígenas en
lugar de aparecer cada uno como bloque homogéneo confrontado, expresa desacuerdos internos; y,
finalmente, trata desafíos, posibilidades y condicionantes de la autonomía gestada desde abajo para
ser reconocida por el Estado y desenvolverse dentro de la escolarización oficial. Para el estudio, se
trabajó con normativas provinciales, proyectos de ley, diarios locales, registros de campo y entrevistas
a funcionarios ministeriales y a docentes indígenas involucrados. This article presents an analysis of the current process of demand for autonomy by the qom, wichí
and moqoit organizations in the province of Chaco in northwestern Argentina. These organizations
aspire to manage the state schools attended by their members and thus be free to build their own
proposals on education. The paper begins with a brief presentation of the ethnic-political scenario
in order to contextualize the process from a historical and regional perspective. This is followed by
an account of the deliberations that culminated in the normative sanction governing the autonomy
sought, the demands of the indigenous participants, the meanings of the legislation, divergences,
oppositions, achievements and limits of the process. Then, the conflictive field where the State and
indigenous people express internal disagreements instead of appearing as homogenous, confronted
blocks is problematized. Finally, the paper addresses the challenges, possibilities and conditions of
autonomy born from below to be recognized by the State and to develop within official schooling.
To perform the analysis, we worked with provincial regulations, bills, local newspapers, field records,
and interviews with ministry officials and indigenous teachers involved. O presente artigo apresenta uma análise do processo de demanda de autonomia que organizações
gom, whichi e moqoit, na província do Chaco, nordeste da Argentina, realizam atualmente. Estas
organizações visam gerenciar as escolas do sistema estadual frequentadas por seus membros,
adquirindo assim a liberdade para construir suas próprias propostas em educação. O trabalho inicia
com uma apresentação sucinta do cenário étnico-político para localizar o processo em perspectiva
histórica e regional. Posteriormente, apresenta-se a narração das deliberações que finalizaram na
sanção estabelecida que regula a autonomia desejada, as demandas nas vozes dos indígenas que
participam, os sentidos da legislação, divergências, oposições, conquistas e limites do processo.
Problematiza-se o campo conflitivo no que o Estado e os povos indígenas ao invés de aparecer cada
um como bloque homogêneo confrontado, expressa discordâncias internas; e, finalmente, abordamse
desafios, possibilidades e condições da autonomia gestada desde abaixo para ser reconhecida
pelo Estado e povos e se desenvolver dentro da escolarização oficial. Utilizaram-se, neste estudo,
normativas provinciais, projetos de lei, jornais locais, diários de campo e entrevistas a trabalhadores
ministeriais e professores indígenas envolvidos.
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