Realidades y utopías de una ciudad en la periferia del mundo globalizado. Un relato lefebvriano
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Universidad del Rosario
Resumen
Nos proponemos compartir una reflexión y analizar algunas variables que se conjugan en la configuración
urbana de una ciudad —Resistencia—, una afectación recurrente que aparece como un
castigo de la naturaleza —la inundación— y un estado de conciencia que impide al pensamiento
generar cierto orden de ideas.
Intentamos mostrar cómo la ciudad se desarrolla en una total ajenidad con el medio en donde
se inserta, cuya concepción de “lo urbano”, fundada en un modelo de ciudad a imagen y semejanza
de la ciudad pampeana, desempeña un papel preponderante en su configuración.
Dicho modelo supone no solo aspectos formales o estructurales, sino también una práctica legitimada
y legalizada de transformación de la tierra urbana en mercancía.
Las inundaciones recurrentes mostraron, a quien quisiera ver, la crisis profunda del modelo; no
obstante todas las nuevas propuestas urbanas, de defensas y ordenamiento, no se puede escapar al
destino de la ciudad contra natura.
Rescatamos como propuesta la ruptura de esa no‑conciencia, en la que la relación con el ambiente
es el elemento articulador a partir de la que puedan materializarse, en hechos, las armas de
la crítica.
We intend to invite to share a reflection about a city: Resistance; a recurrent involvement appears as a punishment of nature: the flood, and a state of consciousness that prevents thinking generate some order thoughts. We try to show how the city develops in total alienation with the environment in which is inserted where a concept of “urban” based on a model city in the image and likeness of Pampas town, plays a role in their configuration. This model assumes, not only formal or structural aspects but also legitimized and legalized practice of urban land transformation into merchandise. The recurring floods showed anyone who would see the profound crisis of the model, however, all new proposals urban defenses, sorting, etc. cannot escape the fate of city against nature. Rescued as proposed, the rupture of that consciousness is not where the relationship with the environment is the linchpin, and from which they can materialize into action, the weapons of criticism.
Propomos-nos compartilhar uma reflexão e analisar algumas variáveis que se conjugam na configuração urbana de uma cidade (resistência), uma afetação recorrente que aparece como um castigo da natureza (a inundação) e um estado de consciência que impede ao pensamento gerar certa ordem de ideias. Tentamos mostrar como a cidade se desenvolve em uma total estranheza com o meio onde se inserta, cuja concepção “do urbano”, fundada em um modelo de cidade a imagem e semelhança da cidade pampeana, desempenha um papel preponderante em sua configuração. Dito modelo supõe não só aspectos formais ou estruturais, más também uma prática legitimada e legalizada de transformação da terra urbana em mercadoria. As inundações recorrentes mostraram, para quem quiser ver, a crise profunda do modelo; não obstante todas as novas propostas urbanas, de defensas e ordenamento, não podem se escapar ao destino da cidade contra natura. Destacamos como proposta a ruptura dessa “não consciência”, na que a relação com o ambiente é o elemento articulador a partir da que podam se materializar em fatos as armas da crítica.
We intend to invite to share a reflection about a city: Resistance; a recurrent involvement appears as a punishment of nature: the flood, and a state of consciousness that prevents thinking generate some order thoughts. We try to show how the city develops in total alienation with the environment in which is inserted where a concept of “urban” based on a model city in the image and likeness of Pampas town, plays a role in their configuration. This model assumes, not only formal or structural aspects but also legitimized and legalized practice of urban land transformation into merchandise. The recurring floods showed anyone who would see the profound crisis of the model, however, all new proposals urban defenses, sorting, etc. cannot escape the fate of city against nature. Rescued as proposed, the rupture of that consciousness is not where the relationship with the environment is the linchpin, and from which they can materialize into action, the weapons of criticism.
Propomos-nos compartilhar uma reflexão e analisar algumas variáveis que se conjugam na configuração urbana de uma cidade (resistência), uma afetação recorrente que aparece como um castigo da natureza (a inundação) e um estado de consciência que impede ao pensamento gerar certa ordem de ideias. Tentamos mostrar como a cidade se desenvolve em uma total estranheza com o meio onde se inserta, cuja concepção “do urbano”, fundada em um modelo de cidade a imagem e semelhança da cidade pampeana, desempenha um papel preponderante em sua configuração. Dito modelo supõe não só aspectos formais ou estruturais, más também uma prática legitimada e legalizada de transformação da terra urbana em mercadoria. As inundações recorrentes mostraram, para quem quiser ver, a crise profunda do modelo; não obstante todas as novas propostas urbanas, de defensas e ordenamento, não podem se escapar ao destino da cidade contra natura. Destacamos como proposta a ruptura dessa “não consciência”, na que a relação com o ambiente é o elemento articulador a partir da que podam se materializar em fatos as armas da crítica.
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Citación
Rozé, Jorge Próspero, 2013. Realidades y utopías de una ciudad en la periferia del mundo globalizado. Un relato lefebvriano. Territorios. Bogotá: Universidad Nacional del Rosario, no. 29, p. 17-37. E-ISSN 2215-7484. DOI http://dx.doi.org/10.12804/territ
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