Aproximación a la agricultura familiar en el Chaco : la visibilización estadística de los productores en los registros nacionales
Fecha
2020Autor
Pertile, Viviana Claudia
Falcón, Vilma Lilián
Metadatos
Mostrar el registro completo del ítemResumen
La agricultura familiar como practica social y
económica es tan antigua que se la puede asociar al
origen del sedentarismo y a la evolución de los primeros
grupos humanos. Como categoría analítica, su
conceptualización es tan nueva que emerge recién en la
primera década de este nuevo siglo.
Si la consideramos como un estilo de vida particular
inherente a los productores agropecuarios de pequeñas
unidades productivas, tuvo un largo proceso de
conformación tanto en el mundo como en América Latina,
resultado de luchas y resistencias que dependían de
políticas y modelos económicos según las políticas de
gobierno. Hacia el 2003, en América Latina y en
Argentina, estos actores sociales pasaron a denominarse
agricultores familiares no para dar cuenta de una nueva
forma de práctica económica, sino como un instrumento
discursivo con fines de políticas públicas.
En este trabajo nos proponemos recuperar
sintéticamente este proceso mundial de un modelo
productivo que fuera adoptado en nuestro país como
contexto de la situación de la agricultura familiar.
Seguidamente mostraremos cómo las estadísticas de organismos y entidades involucradas (in) visibilizan a estos actores
sociales y, basados en una fuente específica, exploraremos la situación en
la provincia del Chaco. A prática, tanto social quanto económica, da agricultura familiar é muito
antiga de jeito que pode-se associar ao sedentarismo e porém à evolução
dos primeiros grupos de humanos (homens) Contudo, o conceito desde uma
perspectiva analítica, emerge durante a primeira década do século XX.
Se levarmos em conta a agricultura familiar como um estilo de vida
desenvolvida por pequenos produtores agropecuários que possuem
pequenas unidades de produção, podemos considerar que teve no mundo e
em América Latina um longo processo de ordenação as quais foram
resultantes de lutas e resistências aos modelos económicos imperantes nas
políticas de governo atuantes. Em 2003, tanto em América Latina, quanto na
Argentina, as pessoas que desenvolviam estas tarefas no campo, foram
chamadas de agricultores familiares. No entanto, essa ideia não dava conta
da nova prática económica; só como um elemento discursivo com fins
políticos.
O objetivo neste trabalho é repor –sinteticamente- o modo em que foi
evoluindo este modelo produtivo no mundo o qual foi tomado na Argentina
no contexto da situação da agricultura familiar. A seguira descreveremos e
percorreremos a situação no Estado do Chaco para indicar o modo em que
as estatísticas e os organismos e entidades involucradas (in) visibilizam aos
atores sociais Family farming as a social and economic practice is so old that it can be
associated with the origin of sedentary lifestyle and the evolution of the first
human groups. As an analytical category, its conceptualization is so new that
it recently emerged in the first decade of this new century.
If we consider as a particular lifestyle inherent to the agricultural producers
of small productive units, it had a long process of formation in the world and
in Latin America, the result of struggles and resistance that depend on
economic policies and models according to government policies. Around
2003, in Latin America and Argentina, these social actors became agriculture
family not to inform about a new economic practice but as an discursive
instrument with public policies purposes.
In this work we propose to synthetically recover this world´s process from
a production model that was adopted in our country as a context of the situation of agriculture family. Next, we will describe and explore the situation
in the Chaco province and we will show how the statistics of organizations
and entities involved (non) make these social actors visible.
Colecciones
- Artículos de revista [1397]










